sábado, 28 de maio de 2011

Bullying

Hoje estou publicando um artigo do Brasil Escola.

Na minha infância já fui motivo de "chacota" por ser vesga e ter um corpo desproporcional.
As consequências foram que demorei a saber do que era capaz...


Bullying - É exercido por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa.

Bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais ou físicas, intencionais e repetitivas, que ocorrem sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais indivíduos, causando dor e angústia, com o objetivo de intimidar ou agredir outra pessoa sem ter a possibilidade ou capacidade de se defender, sendo realizadas dentro de uma relação desigual de forças ou poder.

O bullying se divide em duas categorias: a) bullying direto, que é a forma mais comum entre os agressores masculinos e b) bullying indireto, sendo essa a forma mais comum entre mulheres e crianças, tendo como característica o isolamento social da vítima. Em geral, a vítima teme o(a) agressor(a) em razão das ameaças ou mesmo a concretização da violência, física ou sexual, ou a perda dos meios de subsistência.

O bullying é um problema mundial, podendo ocorrer em praticamente qualquer contexto no qual as pessoas interajam, tais como escola, faculdade/universidade, família, mas pode ocorrer também no local de trabalho e entre vizinhos. Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullyingentre seus alunos; ou desconhecem o problema ou se negam a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de pessoas adultas é mínima ou inexistente. Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas.

As pessoas que testemunham o bullying, na grande maioria, alunos, convivem com a violência e se silenciam em razão de temerem se tornar as “próximas vítimas” do agressor. No espaço escolar, quando não ocorre uma efetiva intervenção contra o bullying, o ambiente fica contaminado e os alunos, sem exceção, são afetados negativamente, experimentando sentimentos de medo e ansiedade.

As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

O(s) autor(es) das agressões geralmente são pessoas que têm pouca empatia, pertencentes à famílias desestruturadas, em que o relacionamento afetivo entre seus membros tende a ser escasso ou precário. Por outro lado, o alvo dos agressores geralmente são pessoas pouco sociáveis, com baixa capacidade de reação ou de fazer cessar os atos prejudiciais contra si e possuem forte sentimento de insegurança, o que os impede de solicitar ajuda.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com alunos de escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. As três cidades brasileiras com maior incidência dessa prática são: Brasília, Belo Horizonte e Curitiba.

Os atos de bullying ferem princípios constitucionais – respeito à dignidade da pessoa humana – e ferem o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. O responsável pelo ato de bullying pode também ser enquadrado no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos debullying que ocorram dentro do estabelecimento de ensino/trabalho.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP

Sociologia - Brasil Escola

terça-feira, 3 de maio de 2011

Impressões de Orlando - USA

Antigamente visitar Orlando e conhecer a Disney era coisa de outro mundo. Porém agora tudo está mais acessível (ainda mais com o Dólar despencando).
Como minha viagem foi perfeita, segue aqui algumas dicas de passagens, hospedagem e atrações.

Passagens: Comprei com 2 meses de antecedência na American Airlines (www.aa.com.br). Os funcionários que fizeram o trajeto até Miami e o retorno eram bem receptivos...
Porém os funcionários da AA no aeroporto de Miami e no trajeto de Orlando são um pouco arrogantes... (creio que por excesso de trabalho).

Hospedagem: Indico o Best Western Lakeside em Kissimmee. Um lugar estratégico, perto de tudo e preço justo.
Cobra USD 8 pelo café, porém há uma Target pertinho....
Fizemos comprinhas para estocar o frigobar e tomar café da manhã tranquilinhos no quarto.

Em caso de briga, há duas camas no quarto, ok?



Tempo de viagem:
15 dias no mês de Abril foram o suficiente para conhecer tranquilamente os principais parques da Disney, Universal, Sea World e Busch Gardens (este em Tampa Bay, uma hora e meia de viagem, mas sem cansaço e fácil acesso...)

Fotinhas da viagem estão disponíveis aos meus amigos no Orkut e Facebook.

Comer e Beber:
Não consumimos nada do que já tem no Brasil (Mc Donald´s, Burger King...).
Dentro dos parques nada de extraordinário. O melhor de todos foi um steakhouse no Busch Gardens.

Fora do parque se divirta com Taco Bell (12 tacos a USD 10), Red Lobster (pague menos para comer lagosta!!!), Buffalo Wild Wings (ambiente jovem e com asinhas de lamber os beiços), TGI Friday´s e Five Guys do Florida Mall... Os três primeiros ficam em frente ao Hotel!!!

Comprinhas:
Todo mundo já sabe do Orlando Premium Outlet, Florida Mall.... mas a Target também tem muita coisa boa.... até mesmo o Walgreens (farmácia) possui artigos que valem a pena... até o ReNu das minhas lentes de contato comprei lá. Custou menos da metade do que pago no Brasil... pra variar.

Carro:
Não fique sem!!! Alugamos um carro mais simples, porém o simples para os americanos tem ar condicionado, câmbio e piloto automático. Um Nissan Versa na Dollar (a Hertz é mais cara) e alugue com seguro.



É inesquecível tudo que vivi lá.... depois posto as impressões boas que tenho do Brasil também (ainda bem que tem!).
Bye!